Orlando, FL - 13 de dezembro de 2017

10 erros mais comuns na preparação do Imposto de Renda

Listamos as principais falhas feitas na hora fazer a declaração

Publicado por: Carol Larson em 22 novembro 2016

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Ao se aproximar do prazo para entrega de declaração de imposto de renda, compilamos uma lista com as principais falhas dos contribuintes fiscais durante a tax season. Muitos desses erros são percebidos somente no momento da declaração, podendo causar frustrações e atrasos em seu processo.

Pensando em você, a Larson Accounting listou abaixo os 10 erros que você deverá preocupar-se em evitar ao se preparar para sua declaração:

1 – Não saber ou não trazer o cartão do SSN, a carta de emissão do ITIN, do EIN de sua empresa ou esquecer os informes de rendimentos como W2 e 1099;

2 – Misturar gastos e receitas de empresa com movimentação de conta corrente pessoal ou vice-versa;

3 – Trazer um apanhado de notas fiscais a serem somadas ou entendidas somente no ato da declaração;

4 – Não manter os livros contábeis em dia – bookkeeping;

5 – Desconhecer que poderia precisar ter antecipado o pagamento de impostos ao longo do ano de forma trimestral, se possuiu rendimentos sem retenção em fonte;

6 – Intencionalmente ocultar ou modificar informações sobre sua vida fiscal para seu contador;

7 – Perder os prazos oficiais determinados pelo IRS;

8 – Não ser capaz de comprovar legitimidade em fatores de vida, como documentos originais com foto, comprovante de residência, legitimidade de paternidade, entre outros;

9 – Recusar-se a pagar impostos devidos até a data limite, ou se não tiver condições de fazê-lo, não solicitar ao seu contador um pedido de parcelamento de impostos junto à receita americana;

10 – Acreditar que estará isento de juros ao pedir extensão de prazo para entrega de declaração. A isenção aplica-se à penalidade por atraso de envio, porém, juros serão cobrados da data em que o imposto deveria ter sido pago até a data efetiva em que o cheque for enviado ao IRS.

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Carol Larson
Larson Accounting

7901 Kingspointe Parkway Suite 17. Orlando, FL 32819
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O que o investidor brasileiro deve saber sobre bitributação

Quaisquer fontes de renda estão obrigadas a serem apresentadas

 

Publicado por: Carol Larson em 05 novembro 2016

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Grande parte dos investidores internacionais desconhece que seus países de origem podem obrigá-los a reportar rendas globais e a pagar impostos sobre elas. O Brasil, por exemplo, possui esta obrigatoriedade e não isenta bitributação caso um brasileiro já tenha pago impostos nos Estados Unidos sobre sua renda auferida em território americano, mesmo que os recursos auferidos no exterior permaneçam fora do Brasil. O fato gerador de imposto não é, portanto, a repatriação do recurso, mas sim, a existência dele e crédito em conta pessoa física.

É o caso, por exemplo, de brasileiros que permanecem residindo no Brasil e que adquiriram uma propriedade em nome pessoa física destinada à locação que produz rendimentos mensais ou ocasionais. Pela regra brasileira, cada depósito oriundo de aluguel deve ser reportado ao fisco brasileiro por meio de um programa auxiliar da Receita Federal chamado carne-leão. Tal rendimento deve ser convertido para reais, de acordo com a cotação cambial do décimo quinto dia do mês anterior ao mês do crédito, e reportado na coluna “rendimentos recebidos por PF do exterior”. O programa calculará o imposto devido de acordo com a tabela progressiva brasileira vigente e gerará uma DARF para pagamento até o último dia útil do mês subsequente do crédito. Esta operação é semelhante e sujeita aos mesmos tributos de quem aluga propriedades no Brasil como pessoa física proprietária.

Não só rendimentos de aluguéis estão sujeitos à bitributação. Quaisquer outras fontes de renda, tais como dividendos recebidos no exterior, juros de aplicações financeiras, comissões e até mesmo renda de trabalho assalariado estão obrigadas a serem apresentadas. O fisco brasileiro permite deduzir do imposto a pagar no Brasil apenas o que fora retido na fonte nos Estados Unidos, sendo essa a única forma de compensação parcial da bitributação.

Importante ressaltar que mesmo pagando o imposto no Brasil, este movimento não isenta obrigatoriedade local. Se ultrapassados os limites legais de isenção permanece obrigatória a declaração também em solo americano.

Consulte seu contador de confiança para a elaboração de uma estrutura coorporativa para que, como estrangeiro não residente, o estabelecimento de uma empresa no exterior pode, na maioria dos casos, isentar a bitributação.

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Nova obrigação acessória prevê troca de informações tributárias entre Brasil e EUA

Medida provisória facilita rastreamento de itens declarados entre as Receitas Federais dos dois países

 

Publicado por: Carol Larson em 20 outubro 2016

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Brasil e Estados Unidos agora têm uma parceria para troca de informações tributárias. Aprovado em junho deste ano pelo Congresso Nacional, o acordo abrange depósitos e movimentações bancárias mantidas por americanos no Brasil e por brasileiros nos Estados Unidos, com base na legislação norte-americana Foreign Account Tax Compliance Act (FATCA).

Nele, está previsto que as instituições financeiras estrangeiras ou entidades estrangeiras nas quais os cidadãos ou empresas tenham substanciais depósitos devam reportar ao Internal Revenue Service (IRS) as informações financeiras desses cidadãos, sob pena de aplicação de severas sanções.

O acordo estabelece também o formato das informações a serem encaminhadas, bem como os prazos e o padrão de tais encaminhamentos. Além disso, traz a previsão sobre como tratar possíveis erros nas informações encaminhadas pelas instituições financeiras.

Novas declarações não são necessárias, desde que seja reportada às autoridades competentes brasileiras a existência de patrimônio e rendas no exterior. Se você já faz todos os informes, não há preocupações adicionais.

Lembramos que todos os cidadãos brasileiros com domicílio fiscal estabelecido no Brasil devem perfazer, perante os órgãos brasileiros, as seguintes obrigações:

– Informar em Bens e Direitos, na Declaração Anual de Ajuste de Imposto de Renda, todos os valores (em reais) de bens registrados em seu nome pessoa física. Por bens e direitos entende-se que sejam: contas bancárias, cotas de empresas, propriedades imobiliárias, veículos, ações ou quaisquer outros bens de capital que possuam valor declarável;

– Informar ao Banco Central Brasileiro, por meio da Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior, todo o patrimônio (em moeda estrangeira) desde que a soma dos bens em seu nome em 31/12 seja maior ou igual ao equivalente a 100 mil dólares dos Estados Unidos.

– Informar e pagar imposto referente ao Ganho de Capital auferido na alienação de bens adquiridos em moeda estrangeira (GCME);

– Informar e pagar imposto referente aos Rendimentos Recebidos por pessoa física no Exterior, sejam eles: dividendos, juros, aluguéis ou qualquer outro provento tributável de acordo com a lei brasileira (declarar no programa adjunto “carnê-leão”).

O que a medida provisória prega, na prática, é um compartilhamento de informações no qual a falha de declarar, pagar ou apresentar algum dos itens descritos acima será mais facilmente rastreável entre as Receitas Federais do Brasil e dos Estados Unidos.

Lembramos, por fim, de que toda declaração feita no Brasil *NÃO* isenta a apresentação e o pagamento de impostos nos Estados Unidos, mesmo que na qualidade de não-residente fiscal em solo americano. Em suma, ganhos auferidos nos EUA devem ser pagos em solo americano independentemente de serem duplamente reportados no Brasil.

 

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Posso utilizar a conta bancária corporativa para gastos pessoais?

Prática implica consequências fiscais que devem ser acompanhadas pelo empresário e notificadas ao contador

 

Publicado por: Carol Larson em 05 outubro 2016

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A prática de pagamento de despesas pessoais, incluindo saques em espécie, faz parte do curso normal do desenvolvimento de um negócio. Porém, apesar de legal, a prática implica certas consequências fiscais que devem ser acompanhadas de perto pelo empresário e notificadas ao seu contador.

Na situação em que a raiz da despesa ou saque tem natureza estritamente corporativa e ligada ao negócio, tal gasto pode ser dedutível da base de imposto da empresa se devidamente comprovado e de acordo com a sua classificação fiscal. Se, por exemplo, você possui uma empresa que efetua serviços de limpeza e precisa comprar químico e outros suprimentos para a atividade, o saque de dinheiro ou pagamento para essa finalidade se enquadra dentro de dedução fiscal da sua empresa. Notas e comprovantes de compra associados ao recibo do saque são provas obrigatórias de despesas.

O descontrole, em geral, se inicia quando o saque ou pagamento destina-se às contas dos proprietários ou remuneração pessoal. O Fisco Americano entenderá que este saque ou pagamento é idêntico à prática de distribuição de dividendos que é tributado em solo Americano. Se sua empresa for, por exemplo, uma corporação tipo “C”, todo e qualquer pagamento pessoal será taxado como “dividendos construtivo”, ou seja, está sujeito à dupla tributação mesmo após sua empresa já ter pagado impostos ao Fisco. No caso de uma corporação tipo “S”, na qual os proprietários não recolhem salários, tais despesas seriam consideradas também como remuneração tributável e sujeitos a impostos de folha de pagamento. Já em uma LLC, em que os proprietário tem trabalho ou participação ativa na empresa, já incide sobre a receita bruta o self employment tax, sendo, portanto, a única estrutura na qual despesas pessoais não seriam bitributadas, apesar de elas precisarem ser classificadas, junto ao seu contador, como desportes da empresa.

Por fim, lembramos que, para os contribuintes fiscais que mantêm residência no Brasil, a prática de saques ou pagamentos pessoais com saldos da empresa implica em um dividendo, que aos olhos do Fisco também devem ser tributado. Isso ocorre porque muitas destas despesas acabam sendo direcionadas para aquisição de bens pessoais, que devem também ser declarados ao Fisco Brasileiro na guia bens e direitos.

Em caso de dúvidas, consulte sempre seu contador.

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Como obter as devidas licenças para o seu negócio

É importante se programar com antecedência ao início de suas operações nos Estados Unidos

 

Publicado por: Carol Larson em 20 setembro 2016

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Muitos empreendedores nos Estados Unidos desconhecem que suas empresas ou negócios em solo americano podem sofrer a necessidade de obtenção de licenças. Em geral, empresas economicamente ativas exigem que suas atividades sejam registradas e licenciadas junto aos órgãos governamentais.

Município, condado e estado estão entre os órgãos que podem exigir uma licença do seu negócio. Exemplos dessas operações são restaurantes, lojas, fábricas, galpões, transportadoras, hospedarias, serviços de importação e exportação, dentre outros.

Além das exigências para o estabelecimento, a empresa pode atuar em setor de profissão regulada, tais como consultórios médicos, clínicas, óticas, imobiliárias, salões de beleza, etc. Nessa linha de negócios, verifica-se a necessidade de um profissional habilitado a atuar na Flórida que possua certificação estadual e que esteja registrado para responder à frente da empresa.

Para os proprietários de imóveis com finalidade de locação de longo prazo, uma boa notícia: as pessoas físicas ou jurídicas detentoras de imóveis não precisam obter licenças específicas para locação nesse formato, em geral, contratos de seis meses ou mais. Para os proprietários que alugam seus imóveis por temporada, no entanto, há a exigência de licenciar a empresa por meio da obtenção de licenças de locação em curto prazo junto ao condado, e potencialmente, ao município.

Obter as licenças corretas para o seu negócio é uma tarefa detalhada que exige acompanhamento profissional e, na maioria das vezes, entendimento profundo do setor preterido por meio de uma pesquisa de mercado para a atividade desejada.

É importante, portanto, dada a necessidade de pesquisa, que o empreendedor programe-se com bastante antecedência ao início de suas operações. Um licenciamento completo pode demorar de algumas semanas a alguns meses. Operar sem todas as licenças pode implicar uma série de penalidades e multas.

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Obrigações para proprietários de imóveis nos EUA

Proprietários de imóveis nos Estados Unidos devem ficar atentos para algumas obrigações relevantes com as entidades de governo americanas

 

Publicado por: Carol Larson em 05 setembro 2016

Como em qualquer país, sua propriedade será objeto de cálculo e pagamento de imposto sobre propriedade “Property Tax”, ou, como conhecemos no Brasil, pela sigla IPTU. No estado da Flórida, por exemplo, o imposto de propriedade varia, em média, de 1.2% a 1.4% do valor de mercado no ano de cálculo. As guias para pagamento são enviadas no final de outubro e vencem em março do ano seguinte. Há opções de desconto para quem paga antecipado. O pagamento da guia pode ser feito online por meio do website do Tax Collector de cada condado.

Fonte de receita para os cofres estaduais, a Flórida isenta de imposto de renda estadual e lança mão da receita auferida com Property Tax para manutenção de escolas públicas, custos de urbanização, entre outros.

Além do Property Tax, caso a propriedade seja utilizada para fins de locação, o proprietário deverá estar ciente de que incidirá imposto de renda sobre o lucro líquido auferido na operação. Além disso, se a propriedade for destinada à locação de curto prazo, faz-se necessário obter certas licenças operacionais bem como calcular os impostos incidentes sobre a receita desta operação (Sales Tax and Tourist Tax). A entidade declarante de imposto será sempre o titular (proprietário) do qual a escritura da propriedade está registrada, seja uma empresa ou pessoa física. Caso o titular seja pessoa jurídica, certos condados exigirão uma declaração adicional dos bens tangíveis situados dentro do imóvel. Esta declaração é chamada de Tangible Tax, porém, ela não é aplicada a todos os imóveis.

Na hora de fazer o imposto de renda, o seu profissional irá determinar quais despesas referentes ao imóvel serão dedutíveis em sua base de cálculo. Se utilizada para locações, a receita americana permite deduzir a totalidade das despesas que estejam intimamente relacionadas à locação, como: manutenção, serviços públicos, taxas condominiais, entre outros. Para propriedades de residência primária ou casas de veraneio sem fins econômicos é possível deduzir somente os custos de juros sobre eventuais hipotecas e o valor do Property Tax. Tais deduções, no entanto, aplicam-se somente às pessoas físicas optantes em declarar o modelo completo (Itemized Deductions).

Por fim, ressaltamos a importância e o impacto no bolso do proprietário de imóveis financiados. Muitas vezes mal estruturado ou considerado de pouca importância, as prestações de um financiamento têm sido o grande vilão dos investidores estrangeiros nos Estados Unidos por conta da valorização do dólar. Recomendamos que a compra do imóvel destinada à investimento seja sempre avaliada por profissionais competentes, com todos os impactos e quesitos pensados de antemão pelo investidor.

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Conheça a Larson Accounting

 

Publicado por: Carol Larson em 05 setembro 2016

 

A Larson Accounting, escritório de contabilidade localizado nos EUA, na cidade de Orlando, atua há mais de 10 anos no mercado e oferece consultoria contábil, fiscal e empresarial para o público local e investidores estrangeiros. Com mais de 3 mil clientes, entre pessoas jurídicas e físicas, a Larson se solidificou no mercado oferecendo serviços com transparência e integridade.

O escritório conta com um time treinado e capacitado para atender tanto o investidor estrangeiro que busca investir no ramo imobiliário e demais negócios nos Estados Unidos como o residente que precisa estar em dia com as obrigações tributárias frente ao Fisco Americano – IRS – e demais entidades governamentais. Os profissionais da Larson Accounting estão prontos para apresentar a melhor solução para a sua empresa e para orientar e informar nossos clientes com segurança e agilidade.

Sempre em busca de aperfeiçoamento, adequação e conhecimento dos métodos mais inovadores e compatíveis com o mercado, a Larson Accounting se relaciona com importantes e influentes associações contábeis internacionais como a Hispanic Chamber of Commerce, National Society of Accountants (desde 2007), National Association of Tax Professionals (2007), National Association of Enrolled Agents and National Association of Acceptant Agents (2012).

Priorizando a excelência no atendimento, a missão da Larson Accounting é prestar os serviços oferecidos por nós com qualidade e competência, de forma a permitir a melhor tomada de decisão por parte do cliente. Nosso foco está em prover informações técnicas e gerenciais personalizadas para cada cliente a fim de atender às expectativas com ética, profissionalismo e qualidade.

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